Serras Circulares Industriais com Dentes de Metal Duro

> Indicadas para o corte de: madeiras, compensados, aglomerados, fibras, plásticos e metais ferrosos e não ferrosos;
> Possuem afiação alternada ou trapezoidal;
> A máquina não pode ter vibrações ou folga no eixo;
> Manter o avanço contínuo;
> Jamais interromper ou retirar o material, antes do final do corte;
> Ao perceber perda de corte, as pastilhas deverão ser reafiadas, sempre por profissionais qualificados para que não haja danos na serra, tais como: desgaste da lâmina e alteração dos ângulos originais das pastilhas;
> Após o uso da serra, retirar a resina acumulada na lâmina, utilizando solvente apropriado para limpá-la. Nunca utilize solvente com soda cáustica;
> As flanges não podem ultrapassar 1/3 do diâmetro da serra, serem paralelas e não terem oscilação lateral superior a 0,03 mm;
> Não alargar o furo ou encaixe de arraste;
> Não afiar as laterais nem o topo das pastilhas, apenas as faces;
> O rebolo de afiação não pode encostar na lâmina;
> Os materiais cortados não podem conter impurezas;
> Utilizar sempre óculos de proteção.

Serra Tico - Tico

> Para utilizar as serras tico - tico é importante observar dois aspectos importantes; dentição e material;
> Para cortes de ferro e aço, utilizar serras tico - tico fabricadas em aço rápido;
> Para cortes de material sintético e madeira, utilizar serras tico - tico fabricadas em aço alto carbono;
> A variação de dentes das serras é essencial para que se tenha um melhor desempenho no corte e conseqüentemente maior rendimento. Assim, para o corte de materiais mais finos, utilizar serras com maior número de dentes. Para materiais mais grossos, serras com menor número de dentes. A não observância desses quesitos, ocasionará desgaste prematuro dos dentes, superaquecimento da lâmina ou ajuda o travamento da serra;
> Todos esses cuidados são essenciais para prevenir danos ou quebras das serras. Mais informações são encontradas no verso das cartelas.

Lâminas para Roçadeira

> Fabricadas em aço cromo vanádio, o que proporciona maior vida útil da lâmina, evitando quebra e acidente;
> Todos os modelos possuem furos de 1", ¾" e 20 mm;
> Seus diâmetros variam entre 200 mm e 350 mm;
> Apresentamos a seguir os modelos de lâminas para roçadeira e suas aplicações:

- Hélice: para corte de capim rasteiro e fino, em áreas planas;
- 3 Faces: para corte de vegetação baixa e média, em áreas inclinadas, sem ondulações;
- 3 Dentes: Para corte de capoeira e vegetação mais alta;
- 8 Dentes: Para corte de capoeira e vegetação alta;
- 80 Dentes: Para corte de matos, ervas fortes e secas, urtigas e canas de açúcar, em áreas planas.

Rebolo Chanfrado e Copo Reto

> A utilização dos dois tipos de rebolos, é bastante simples, porém pequenos cuidados podem melhorar o desempenho do equipamento;
> O rebolo chanfrado deve ser armazenado em pé, para se evitar trincas. Já os rebolos copo devem ser mantidos deitados, um sobre o outro, separados por folha de papelão, evitando assim o contato entre as peças, que pode aocasionar trincas internas;
> Antes do rebolo em operação, é importante fazer o teste de som. O procedimento é o seguinte: segurar o rebolo pelo furo, e com um cabo de madeira ou plástico bater levemente na peça. O som obtido deve ser metálico, idêntico ao de um sino, indicando que o rebolo está em perfeitas condições de uso;
> Os rebolos copo reto devem ser dressados com bastão dressador, feito com liga abrasiva. Esta operação é importante para eliminar possíveis impurezas acumuladas no rebolo durante o armazenamento.

 

 

 

Serra Circular HSS

> Um dos itens mais importantes é a velocidade de corte que deve ser adequada em função do material a ser cortado (ver tabela anexa):
> O diâmetro da serra deve ser adequado às dimensões do equipamento, para não interferir no rendimento do corte;
> A quantidade de dentes da serra é fundamental para um bom acabamento do corte, quanto mais fino o material a ser cortado, maior o número de dentes, além disso, é importante que se mantenha no mínimo três dentes em contato com o material durante o corte;
> Para que se evite aquecimento e incrustação do material cortado, é importante a limpeza dos dentes da serra;
> A temperatura e o tipo de líquido refrigerante devem ser apropriados a cada material, melhorando o desempenho da serra. O quesito segurança é também muito importante. Fixar muito bem a peça a ser cortada, não apenas para se obter um acabamento perfeito mas principalmente para evitar acidentes.

A escolha da Serra Fita:

> Um ponto importante para a escolha correta da Serra Fita é atentar para a espessura da serra que nunca deverá exceder a 1% do diâmetro do volante da máquina.
Exemplo: Volante de 1 metro, espessura de no máximo 1 mm.
Volante de 80 cm, espessura de no máximo 0,8 mm.
> Quanto maior o diâmetro do volante, maior pode ser a espessura. Não esquecer, porém, que as serras finas têm menores possibilidades de trincar, proporcionam um maior aproveitamento da madeira;
> Deve-se usar sempre o comprimento máximo permitido pela máquina para que , em caso de quebra, a lâmina possa ser consertada (soldada);
> A largura máxima da serra está em relação às medidas do volante da máquina, é evidente que na mesma máquina pode-se usar lâminas mais estreitas. A largura também depende das curvas a serrar, para curvas de raio menor deve-se usar lâminas de serra de fita estreita para evitar o atrito das costas da serra com a madeira.

Solda de Serra de Fita

A Saturno fornece as Serras de Fita em rolo ou já soldadas na medida certa. A solda é feita em máquinas apropriadas e a Saturno oferece garantia de quebra.

Pontos importantes à serem observados na solda para um bom desempenho da Serra de Fita, quando soldada fora, e possíveis causas dos problemas:

Serra de Fita Larga: soldadas pelo processo denominado "MIG",.

Listamos abaixo os defeitos mais comuns, suas causas e ações corretivas:
> Porosidade na solda: pode ser ocorrido por vento, bocal obstruído ou pequeno, mangueira de gás danificada, vazão de gás excessiva etc;
> Trincas: ocorridas por composição química incorreta do arame de solda, cordão de solda muito pequeno entre outros.

Serra de Fita Estreita: soldadas pelo processo de solda a topo por resistência, processo este que consiste em uma solda sem adição de metal.

> Após a solda deve ser feita a rebarbação e o polimento para que a serra fique única, ou seja, para que não haja trinca, assim não ficará diferenciada a resistência mecânica da parte soldada, em relação ao restante do corpo, mantendo um nível único de qualidade.